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O amarelo da luz solar é diferente do amarelo na tela da televisão?

Qual é a diferença entre a cor amarela da luz proveniente do Sol e a cor amarela que vemos na tela da televisão?

Respondido por: Prof. Fernando Lang da Silveira - www.if.ufrgs.br/~lang/

A luz amarelada proveniente do Sol na superfície da Terra é composta por todas as frequências visíveis, com prevalência das radiações no centro do espectro e, portanto, é uma luz branca amarelada.

O amarelo que vemos na tela da televisão ou dos computadores é obtida pela superposição de duas luzes: vermelho e verde. No início do século XIX Thomas Young constatou que TODAS as sensações coloridas humanas podem ser obtidas da conveniente superposição de três luzes: vermelho (red), verde (green) e azul (blue). Esta descoberta surpreendente está hoje na base da produção de cores nas telas do televisores, computadores, …, através do sistema RGB. Ou seja, a partir de três luzes primárias se produz toda a variedade de cores que vemos nas telas.

A figura abaixo representa o que aconteceria com um feixe luz amarela “pura” (constituída por radiação monofrequencial) e luz amarela bifrequencial (provinda por exemplo da tela do computador) ao atravessar um prisma. Os dois amarelos NÃO são discerníveis pela visão humana mas podem ser diferenciados pela análise espectrográfica.

As questões seguintes também tratam do tema das cores:

Soma das cores branca e vermelha – Luz

Como fazer as sombras coloridas?

As sombras coloridas com cores secundárias

Como que a luz amarela é formada na tela da TV?

A luz que dá cor as coisas é uma energia, radiante, e o preto absorve toda ela e o branco nenhuma?

Nem toda a cor está no espectro visível! Como pode ser isso?

Se as cores básicas são azul, amarelo e vermelho, por que as TVs utilizam o verde?

Por que vemos objetos pretos?

A Lei de Wien não prevê a cor da luz solar?

A luz que dá cor as coisas é uma energia, radiante, e o preto absorve toda ela e o branco nenhuma?

Se as cores primárias são três, não entendo os sete setores do disco de Newton

“Docendo discimus.” (Sêneca)

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