OS SENTIDOS QUE OS ESTUDANTES ATRIBUEM AO ENSINO DE FÍSICA E À SUA ABORDAGEM HISTÓRICA

Abigail Vital, Andreia Guerra

Resumo


A literatura da área de ensino de ciências tem enfatizado o desinteresse dos estudantes pela aprendizagem dos conteúdos de Física. Considerando-se a importância da disciplina para a formação básica, neste artigo investiga-se o sentido que estudantes matriculados em um curso de Ensino Médio integrado ao Técnico de Informática atribuem à Física e à abordagem que adota a História da Ciência como viés de apresentação, discussão e reflexão sobre os conteúdos da disciplina. Com base no referencial teórico-metodológico fornecido pelo pensamento bakhtiniano, foram analisados os enunciados produzidos pelos alunos e seu professor de Física em entrevistas individuais e semiestruturadas. A análise revelou a incidência de elementos constituintes da cultura do ensino de Física na atribuição de sentidos que, embora reconheçam a importância da disciplina, a consideram de difícil compreensão, introdutória e dispensável para o prosseguimento dos estudos em determinadas áreas. Com este estudo, pretende-se pontuar a necessidade de investimentos na formação docente que habilitem os professores a problematizarem a cultura de ensino que apresenta a Física exclusivamente através de cálculos e fórmulas, produtora de verdades inquestionáveis, a-histórica e produzida por gênios. A transformação dessa cultura pode contribuir para a produção de novos sentidos em relação à Física e sua abordagem histórica.


Palavras-chave


Atribuição de sentidos; Ensino de Física; História da Ciência; Cultura do ensino de Física

Texto completo:

PDF

Referências


Abramovay, M., & Castro, M. G. (2003). Ensino médio: múltiplas vozes. Brasília: UNESCO, MEC.

Aikenhead, G.S. (1996). Science education: Border crossing into the subculture of science. Studies in Science Education, 27, 1-52. Recuperado de https://www.usask.ca/education/documents/profiles/aikenhead/sse_border.pdf

Angell, C., Kind, P. M., Henriksen, E. K., & Guttersrud, O. (2008). Implementation of empirical- mathe-matical modelling in upper secondary physics: Teachers' interpretations and considerations. Nordic Studies in Science Education, 4(2), 113-122. Recuperado de https://www.journals.uio.no/index.php/nordina/article/view/284

Araujo, M. S. T., & Abib, M. L. V. S. (2003). Atividades Experimentais no Ensino de Física: diferentes enfoques, diferentes finalidades. Revista Brasileira de Ensino de Física, 25(2), 176-194. Recuperado de http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1806-11172003000200007&lng=en&nrm=iso&tlng=pt

Arruda, S. M., & Baccon, AL. P. (2007). O professor como um “lugar”: uma metáfora para a compreen-são da atividade docente. Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências, Belo Horizonte, 9(1), 112-131. Recuperado de http://www.portal.fae.ufmg.br/seer/index.php/ensaio/article/view/123

Asbahr, F. S. F. (2014). Sentido pessoal, significado social e atividade de estudo: uma revisão teórica. Revista Quadrimestral da Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional, 18(2), 265-272. Recuperado de http://www.scielo.br/pdf/pee/v18n2/1413-8557-pee-18-02-0265.pdf

Bakhtin, M. M. (2015). Problemas da poética de Dostoiévski. (5a ed.). Rio de Janeiro: Forense Universi-tária.

Bakhtin, M. M. (2011). Estética da criação verbal. (6a ed.). São Paulo: Editora WMF Martins Fontes.

Bakhtin, M. M. (2010). Questões de literatura e de estética: a teoria do romance. (5a ed.). São Paulo: Editora HUCITEC.

Bakhtin, M. M. (1997). Estética da criação verbal. (2a ed.). São Paulo: Martins Fontes.

Bakhtin, M. M. (1981). The dialogic imagination: four essays. AustIn University of Texas Press.

Bakhtin, M. M., & Volochinov, V. N. (2009). Marxismo e filosofia da linguagem: problemas fundamentais do método sociológico da linguagem. (13a ed.). São Paulo: Hucitec.

Bang, M., & Medin, D. (2010). Cultural process in science education: Supporting the navigation of multi-ple epistemologies. Science Education, 94, 1008–1026. Recuperado de http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/sce.20392/full

Baptista, M., Freire, S., Carvalho, C., Freire, A., Azevedo, M., & Oliveira, T. (2011). Cursos de educação e formação: Uma oportunidade para questionar práticas de sala de aula e reconstruir identidades escolares. Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências, 13(2), 151-170. Recuperado de http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1983-1172011000200151&lng=en&nrm=isso &tlng=pt

Bastos, F. (1988). O Ensino de Conteúdos de História e Filosofia da Ciência. Ciência & Educação, 5(1), 55-72. Recuperado de http://www.scielo.br/pdf/ciedu/v5n1/a06v5n1.pdf

Bezerra, E. V. L. (2014). Analise de propostas didáticas de história e filosofia da ciência para o ensino de Física. (Dissertação de Mestrado, Universidade Federal do Paraná), Curitiba. Recuperado de http://www.exatas.ufpr.br/portal/ppgecm/wp-content/uploads/sites/27/2016/03/040_EvaldoVictorLimaBezerra.pdf

Bittencourt, F. B., & Prestes, M. E. B. (2011). Análise da disposição das informações acerca da história da genética nos livros didáticos aprovados no PNLEM-2007. V Encontro Regional Sul de Ensino de Biologia (EREBIO-SUL). IV Simpósio Latino Americano e Caribenho de Educação em Ciências do In-ternational Council of Associations for Science Education (ICASE). Recuperado de http://www.uel.br/ccb/biologiageral/eventos/erebio/comunicacoes/T220.pdf

Borges, A. T. (2002). Novos rumos para o laboratório escolar de ciências. Caderno Brasileiro de Ensino de Física, 19(3), 291-313. Recuperado de https://periodicos.ufsc.br/index.php/fisica/article/view/6607/6099

Bourdieu, P. (2013). La nobleza de Estado: Educación de elite y espíritu de cuerpo. Buenos Aires: Si-glo Veintiuno.

Bozelli, F. K., & Nardi, R. (2006). O uso de analogias no ensino de Física em nível universitário: interpre-tações sobre os discursos do professor e dos alunos. Revista Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências, 6(3), 77-100. Recuperado de https://seer.ufmg.br/index.php/rbpec/article/view/2245/1644

Brasil, Ministério da Educação. (2002). PCN+ Ensino Médio: Orientações Educacionais Complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais. Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias. Bra-sília. Recuperado de http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/CienciasNatureza.pdf

Casotti, J. B. C. (2007). Marcas de oralidade em entrevista da imprensa escrita. In Anais do Colóquio de Estudos Linguísticos e Literários. Maringá, 1448-1459. Recuperado de http://www.ple.uem.br/3celli_anais/trabalhos/estudos_linguisticos/pfd_linguisticos/037.pdf

Catarino, G. F. C. (2013). A aula de física como gênero: reflexões sobre educação científica formal, não formal e outras formas... (Tese de Doutorado em Educação, Universidade Federal Fluminense), Rio de janeiro. Recuperado de https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=656210

Dahlet, P. (2005). Dialogização enunciativa e paisagens do sujeito. In Brait, B. (Ed.). Bakhtin dialogismo e construção do sentido (pp.55-84). (2a ed.). Campinas: Editora da Unicamp.

Finkelstein, N. D., & Price, E. (2005). Seeding Change: The Challenges of Transfer and Transformation of Educational Practice and Research in Physics. Physics Education Research Conference, 790(15). DOI:10.1063/1.2084690

Fiolhais, C. (2005). Relação da Física com a Matemática. Revista Educação e Matemática, (81), 29-31. Recuperado de http://www.apm.pt/files/_ano_fisica_low_424ac014774eb.pdf

Forato, T.C.M., Pietrocola, M., & Martins, R. A. (2011). Historiografia e natureza da ciência na sala de aula. Caderno Brasileiro do Ensino de Física, 28(1), 27-59. Recuperado de https://periodicos.ufsc.br/index.php/fisica/article/view/2175-7941.2011v28n1p27/18162

Gaspar, A., & Monteiro, I. C. C. (2005). Atividades experimentais de demonstração em sala de aula: uma análise segundo o referencial da teoria de Vygotsky. Investigações em Ensino em Ciências, 10(2), 227-254. Recuperado de https://www.if.ufrgs.br/cref/ojs/index.php/ienci/article/view/518/315

Geertz, C. (2008). A interpretação das culturas. (1a ed.). Rio de Janeiro: LTC.

Grossi, M. G. R., Borja, S. D. B., Lopes, A. M., & Andalécio, A. M. L. (2016). As mulheres praticando ciência no Brasil. Revista Estudos Feministas, Florianópolis, 4(1), 11-30. Recuperado de https://periodicos.ufsc.br/index.php/ref/article/view/44269/31677

Guerra, A., Braga, M., & Reis, J. C. (2009). Um Curso de Cosmologia na Primeira Série do Ensino Médio com enfoque Histórico-Filosófico. In Simpósio Nacional de Ensino de Física. Vitória, ES: UFES. Re-cuperado de http://www.sbf1.sbfisica.org.br/eventos/snef/xviii/sys/resumos/T0448-1.pdf

Heering, P. (2016). The Educational Potential of Teaching Science as Culture. Science & Education, 25(7), 745-746. Recuperado de DOI:10.1007/s11191-016-9855-1

Henke, A., & Höttecke, D. (2015). Physics Teachers’ Challenges in Using History and Philosophy of Science in Teaching. Science & Education, 24(4), 349-385. Recuperado de DOI:10.1007/s11191-014-9737-3

Hodson, D. (1991). Philosophy of science and science education. In Matthews, M. R. History, philoso-phy, and science teaching: seleted readings (pp.19-32). Toronto/New York: OISE/Teachers College.

Hottecke. D., & Silva. C. (2011). Why implementing history and philosophy in school science education is a challenge: an analysis of obstacles. Science & Education, 20(3-4), 293-316. Recuperado de http://www.bu.edu/hps-scied/files/2012/10/H%C3%B6ttecke-HPS-Why-Implementing-History-and-Philosophy-in-School-Science-Education-is-a-Challenge.pdf

Hülsendeger, M. J. V. C., & Borges, R. M. R. (2003). A História da Ciência no ensino da Termodinâmica. IV Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências, Bauru, São Paulo. Recuperado de http://www.portal.fae.ufmg.br/seer/index.php/ensaio/article/viewFile/130/180

Jegede, O., & Aikenhead, G. (2004). Transcending cultural borders: Implications for science teaching. In Scanlon, E., Murphy, P., Thomas, J., & Whitelegg, E. (Eds.). Reconsidering science learning (pp.153-175). London: Routledge.

Kantor, C. A. (2001). A ciência do céu: uma proposta para o Ensino Médio. (Dissertação de Mestrado, Universidade Estadual de São Paulo), São Paulo. Recuperado de http://www.btdea.ufscar.br/arquivos/td/2001_KANTOR_D_USP.pdf

Karam, R., & Pietrocola, M. (2009). Discussão das relações entre matemática e física no ensino de rela-tividade restrita: um estudo de caso. Atas do VII Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências – VII ENPEC. Recuperado de http://posgrad.fae.ufmg.br/posgrad/viienpec/pdfs/1529.pdf

Köhnlein, J. F. K., & Peduzzi, L. O. Q. (2002). Sobre a concepção empirista-indutivista no ensino de ciências. VIII Encontro Nacional de Pesquisa em Ensino de Física. Águas de Lindóia, São Paulo. Recuperado de http://www.sbf1.sbfisica.org.br/eventos/epef/viii/PDFs/PA3_01.pdf

Krawczyk, N. (2009). O ensino médio no Brasil. São Paulo: Ação Educativa.

Krogh, L.B., & Thomsen, P.V. (2005). Studying students’ attitudes towards science from a cultural per-spective but with a quantitative methodology: Border crossing into the physics classroom. Interna-tional Journal of Science Education, 27(3), 281–302. DX.DOI.ORG/10.1080/09500690412331314469

Langhi, R., & Nardi, R. (2009). Ensino da astronomia no Brasil: educação formal, informal, não formal e divulgação científica. Revista Brasileira de Ensino de Física, 31(4), 4402. Recuperado de http://www.scielo.br/pdf/rbef/v31n4/v31n4a14.pdf

Lemke, J. L. (1990).Talking science: Language, learning, and values. Norwood: Ablex Publishing Corpo-ration.

Lutz, L., Barcellos, M., & Guerra, A. (2012). Mudança curricular no Estado do Rio de Janeiro e a Física Moderna e Contemporânea. In Encontro de Pesquisa em Ensino de Física, Maresias. Recuperado de http://www.sbf1.sbfisica.org.br/eventos/epef/xiv/sys/resumos/T0189-1.pdf

Martins, L. L. A. P. (2005). História da Ciência: Objetos, Métodos e Problemas. Ciência & Educação 11(2), 305-317. Recuperado de http://www.scielo.br/pdf/ciedu/v11n2/10.pdf

Matthews, M. R. (1995). História, Filosofia e Ensino de Ciências: A Tendência Atual da Reaproximação. Caderno Catarinense de Ensino de Física, 12(3), 164-214. Recuperado de https://periodicos.ufsc.br/index.php/fisica/article/view/7084/6555

Monçores, E. O. (2014). Uma proposta para facilitar a prática docente no ensino da teoria da relativida-de especial no Ensino Médio. (Dissertação de Mestrado, Instituto Federal de Educação), Rio de Ja-neiro. Recuperado de http://www.ifrj.edu.br/webfm_send/8824

Monteiro, M. A. (2010). Discursos de professores e de livros didáticos de física do nível médio em abor-dagens sobre o ensino da física moderna e contemporânea: algumas implicações educacionais. (Tese de Doutorado, Universidade Estadual Paulista), São Paulo. Recuperado de https://repositorio.unesp.br/bitstream/handle/11449/102055/monteiro_ma_dr_bauru.pdf?sequence=1&isAllowed=y

Moraes, A. M., & Moraes, I. J. (2000). A avaliação conceitual de força e movimento. Revista Brasileira de Ensino de Física, 22(2), 232-246. Recuperado de http://www.sbfisica.org.br/rbef/pdf/v22_232.pdf

Olinto, G. (2011). A inclusão das mulheres nas carreiras de ciência e tecnologia no Brasil. Inclusão So-cial, 5(1), 68-77. Recuperado de http://ridi.ibict.br/bitstream/123456789/427/1/GildaO.pdf

Pietrocola, M. (2002). A matemática como estruturante do conhecimento físico. Caderno Brasileiro do Ensino de Física, Florianópolis, 17(1), 93-114. Recuperado de https://periodicos.ufsc.br/index.php/fisica/article/view/9297/8588

Pires, M., & Veit, E. (2006). Tecnologias de informação e Comunicação para ampliar e motivar o apren-dizado de Física no Ensino Médio. Revista Brasileira de Ensino de Física, 28(2), 241-248. Recupe-rado de http://sbfisica.org.br/rbef/pdf/050903.pdf

Quintal, J. R., & Guerra, A. (2009). A História da Ciência no Processo ensino-aprendizagem. A Física na Escola, 10(1), 21-25. Recuperado de http://www.sbfisica.org.br/fne/Vol10/Num1/a04.pdf

Rezende, F., Lopes, A. M. A., & Egg, J. M. (2004). Identificação de problemas do currículo, do ensino e da aprendizagem de Física e de Matemática a partir do discurso de professores. Ciência & Educa-ção, Campinas, 10(2), 185-196. Recuperado de http://www.scielo.br/pdf/ciedu/v10n2/04.pdf

Ricardo, E. C. (2010). Problematização e contextualização no ensino de física. In Carvalho, A. M. P. (Ed.). Ensino de Física (pp.29-47). São Paulo: Cengage Learning.

Rio de Janeiro. (2011). Currículo Mínimo. Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro. Recu-perado de http://conexaoescola.rj.gov.br/curriculo-basico/fisica

Rocha, D., Daher, M. C., & Sant’Anna, V. (2004). A Entrevista em situação de pesquisa acadêmica: reflexões numa perspectiva discursiva. Polifonia – Revista do Programa de Pós-Graduação em Estu-dos da Linguagem do Instituto de Linguagens. UFMT, Cuiabá: Editora Universitária, 7(8). Recupera-do de http://www.pgletras.uerj.br/gtlet/arquivos/Del_Entrevista_academica_Polifonia8.pdf

Rosa, C. T. W. (2014). A experimentação como estratégia de ação no ensino de Física: da história às novas tendências. In Rosa, C. T. W., Marasini, S. M., Mistura, C. M. Reflexões pedagógicas: cenários de iniciação à docência – Física – Química – Matemática (pp. 19-43). Passo Fundo: Editora UPF Universidade de Passo Fundo.

Santos, E. I., Piassi, L. P. C., & Ferreira, N. C. (2004). Atividades experimentais de baixo custo como estratégia de construção a autonomia de professores de Física: uma experiência em formação Con-tinuada. Atas do IX Encontro Nacional de Pesquisa em Ensino de Física. Recuperado de http://www.sbf1.sbfisica.org.br/eventos/epef/ix/sys/resumos/T0058-1.pdf

Schreiner, C. (2006). Exploring a ROSE-garden: Norwegian youth’s orientations towards science—Seen as signs of late modern identities. Doctoral dissertation, Department of Teacher Education and School Development, University of Oslo, Norway. Recuperado de http://roseproject.no/network/countries/norway/eng/nor-schreiner-thesis.pdf

Schreiner, C., & Sjoberg, S. (2007). Science education and youth’s identity construction—Two incompat-ible projects? In Corrigan, D., Dillon, J., Gunstone, R. (Eds.). The re-emergence of values in the sci-ence curriculum (pp. 231-249). Rotterdam, The Netherlands: Sense Publishers.

Séré, M. G., Coelho, S. D., & Nunes, A. D. (2003). O papel da experimentação no ensino da física. Ca-derno Brasileiro de Ensino de Física, 20(1), 30-42. Recuperado de https://periodicos.ufsc.br/index.php/fisica/article/viewFile/6560/6046

Silva, C. C. (2006). Estudo de História e Filosofia das Ciências: Subsídios para aplicações no Ensino (pp. 03-21). São Paulo: Editora Livraria da Física.

Silva, D. N., & Pacca, J. L. A. (2011). O ensino da Termodinâmica e as contribuições da História da Ci-ência. VIII Encontro Nacional de Pesquisas em Ensino de Ciências, Campinas, São Paulo. Recupe-rado de http://www.nutes.ufrj.br/abrapec/viiienpec/resumos/R0555-1.pdf

Silvestri, K. V. T., & Bassinello, P. Z. (2011). A cultura revolucionária e circular de Bakhtin. In Grupo de Estudos dos Gêneros do Discurso. Questões de cultura e contemporaneidade: o olhar obliquo de Bakhtin (pp.153-160). São Carlos: Pedro & João Editores.

Sorpreso, T. P. (2008). Organização de episódios de ensino sobre a questão nuclear para o ensino médio foco no imaginário de licenciandos. (Dissertação de Mestrado, Universidade Estadual de Campinas), São Paulo. Recuperado de http://repositorio.unicamp.br/bitstream/REPOSIP/252029/1/Sorpreso%2c%20Thirza%20Pavan.pdf

Trindade, D. F. (2008). A interface ciência e educação e o papel da história da ciência para a compre-ensão do significado dos saberes escolares. Revista Iberoamericana de Educación, 47(1), 01-07. Recuperado de http://rieoei.org/2562.htm

Ubinski, J. A. S., & Strieder, D. M. (2013). Iniciação científica em astronomia na educação básica. Vi-vências: Revista Eletrônica de Extensão da URI, 9(17), 44-51. Recuperado de http://www.reitoria.uri.br/~vivencias/Numero_017/artigos/pdf/Artigo_04.pdf

Veneu, A., Ferraz, G., & Rezende, F. (2015). Análise de discurso no Ensino de Ciências: considerações teóricas, implicações epistemológicas e metodológicas. Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências, 17(1), 126-149. Recuperado de http://www.portal.fae.ufmg.br/seer/index.php/ensaio/article/view/1707/1538

Vital, A. (2014). História da Ciência no ensino: obstáculos enfrentados por professores na elaboração e aplicação de materiais didáticos. (Dissertação de Mestrado em Ciência, Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca), Rio de Janeiro. Recuperado de https://goo.gl/YXnwUW

Vital, A., & Guerra, A. (2014a). História e Filosofia da Ciência: entre a cultura didática do ensino de físi-ca e as recomendações da pesquisa. III Conferencia Latinoamericana Del International, History and Philosophy of Science Teaching Group IHPST- LA 2014. Santiago De Chile. Recuperado de http://laboratoriogrecia.cl/wp-content/uploads/2015/04/C02-VITAL-GUERRA.pdf

Vital, A., & Guerra, A. (2014b). A natureza da ciência no ensino de Física: estratégias didáticas elabo-radas por professores egressos do mestrado profissional. Caderno Brasileiro de Ensino de Física, 31(2), 225-257. Recuperado de https://periodicos.ufsc.br/index.php/fisica/article/view/2175-7941.2014v31n2p225 /27317

Vital, A., & Guerra, A. (2015). The relationship between the History and Philosophy of Science and the school culture. 13th IHPST Conference - IHPST 2015, Rio de Janeiro, 2015. Recuperado de https://www.researchgate.net/publication/280555804_The_relationship_between_the_History_and_Philosophy_of_Science_and_the_school_culture

Vital, A., & Guerra, A. (2016). The school culture and the implementation of the historical-philosophical approach in the teaching physics. XVII IOSTE Symposium, Science and Technology Education for a peaceful and equitable World. Braga, Portugal.

Volochinov, V. N., & Bakhtin, M. M. (1976). Discurso na vida e na arte: sobre a poética sociológica. Trad. de Carlos Alberto Faraco e Cristóvão Tezza da edição inglesa de Titunik, I. R. “Discourse in life and discourse in art – concerning sociological poetics”. In Volochinov, V. N. (1976). Freudism. New York: Academic Press.




DOI: http://dx.doi.org/10.22600/1518-8795.ienci2018v23n1p130

Licença Creative Commons
Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional.

Revista Investigações em Ensino de Ciências (IENCI) - ISSN: 1518-8795 

Creative Commons License