ENSINO DE QUÍMICA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: RELAÇÃO ENTRE ESTILOS DE PENSAMENTO E FORMAÇÃO DOCENTE

Marcelo Lambach, Carlos Alberto Marques

Resumo


O Objetivo da pesquisa a que se refere esse artigo foi identificar elementos caracterizadores de Estilos de Pensamento – EP de professores de Química que atuam na Educação de Jovens e Adultos (EJA) no Estado do Paraná, e se esses EP são afetados pela formação inicial e a continuada. A categoria analítica EP, formulada por Ludwik Fleck, foi utilizada como auxiliar na identificação de como se estrutura o conhecimento em determinado campo de estudo, neste caso, o Ensino de Química na EJA. Para tanto, foram comparados os EP de professores com e sem participação em cursos de formação continuada, analisando as práticas, concepções e valores docentes extraídos por meio de entrevistas, utilizando os princípios pedagógicos e dialógico-problematizadores propostos por Paulo Freire. Procurou-se evidenciar e avaliar a forma de influência da formação inicial, do tempo de atuação no magistério, e em especial, dos cursos de formação continuada sobre a forma de entender o conhecimento científico e ensiná-lo aos alunos da EJA. Utilizando a Análise Textual Discursiva foi realizado um estudo comparativo entre os EP presentes no discurso docente, suas contradições e conceituações, por meio do qual se objetivou evidenciar a existência da formação de Coletivos de Pensamento (CP) que agregam professores em torno de determinados EP.


Palavras-chave


Ensino de Química; EJA, Estilos de Pensamento, Formação Permanente.

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Revista Investigações em Ensino de Ciências (IENCI) - ISSN: 1518-8795 

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