PERCEPÇÕES SOBRE LIMITES E POSSIBILIDADES PARA ADOÇÃO DA INTERDISCIPLINARIDADE NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE CIÊNCIAS

David Santana Lopes, Rosiléia Oliveira de Almeida

Resumo


A formação docente no Brasil vivencia dificuldades que perpassam décadas de disputas político-pedagógicas e sociais. Essa questão se aprofunda quando se discute a situação do professor de Ciências Naturais, justamente por representar uma área com grande escassez de matrículas e pela ausência de diretrizes curriculares específicas orientadoras para a licenciatura. Entretanto, por se tratar de um campo integrado de saberes, os cursos de Licenciatura em Ciências Naturais (LCN) precisam lidar com a necessidade de adoção de uma abordagem complexa como a interdisciplinaridade. Ciente das dificuldades para a sua adoção, este estudo, de cunho qualitativo, buscou analisar os limites e as possibilidades para a adoção da interdisciplinaridade durante a formação de professores em um Curso de LCN no Brasil. Para isso, foram realizadas entrevistas semiestruturadas com estudantes, professores, coordenadores e um representante institucional ligados à LCN da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Em suma, os limites apontados pelos entrevistados (Organização Curricular; Desvalorização do Curso; Complexidade da Interdisciplinaridade; Mercado de Trabalho e Conservadorismo Institucional) levam a uma conjuntura de questões que extrapolam uma mera discussão curricular ou pedagógica, recaindo nos já tradicionais discursos ligados à desvalorização da carreira docente. Desta forma, os relatos e análises apresentadas ao longo do texto traduzem inquietações, dilemas e possibilidades que podem estimular novos diálogos entre saberes visando a inclusão da interdisciplinaridade na formulação de novos currículos de Licenciatura em Ciências Naturais.


Palavras-chave


A formação docente no Brasil vivencia dificuldades que perpassam décadas de disputas político-pedagógicas e sociais. Essa questão se aprofunda quando se discute a situação do professor de Ciências Naturais, justamente por representar uma área com grande e

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DOI: http://dx.doi.org/10.22600/1518-8795.ienci2019v24n2p137

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