Livro "Exploradoras do Universo"

O livro "Exploradoras do Universo" é resultado do trabalho de conclusão de curso de Malena Beatriz Stariolo, que se formou em Comunicação Social na Universidade Federal de Viçosa. No livro ela narra a história de 13 cientistas da área de exatas, contando alguma aspecto interessante da vida e da carreira da cientista. A história é pensada para crianças e jovens, com a ideia de criar modelos de mulheres normais que seguiram uma carreira científica! Eu sou uma das personagens do livro, com muito orgulho!




Webdocumentário "Desconstruindo Padrões - parte 1"

Webdocumentário "Desconstruindo Padrões - parte 2"

"No primeiro episódio de Desconstruindo Padrões: Mercado de trabalho, conheça Karla Sadjak, Sullen Ramos e Carolina Brito, três mulheres que trabalham e ramos que geralmente não são os mais procurados pelo público feminino. Elas irão falar sobre o começo de sua trajetória, sua relação com a profissão e suas famílias.

No segundo episódio da primeira temporada de Descontruindo será abordada a representatividade feminina em profissões onde a predominância é masculina."



Teatro: "A Ciência como ela é (para as mulheres!)"


A peça de teatro conta a história de Carlota desde sua infância até a sua vida adulta, quando ela se torna uma cientista. Ao longo da história, Carlota conversa com sua mãe, com seu orientador de doutorado, com a sociedade, com seu colega de sala.. Os esquetes são intercalados com dados sobre mulheres na ciência. O objetivo é fazer de forma lúdica um bate-papo sobre um tema sério que é a sub-representatividade de mulheres na ciência!



Assista toda a peca -- em inglês


Assista por partes -- em português:

  • Teatro "A Ciência como ela é" -- apresentacao do projeto "

  • Teatro "A Ciência como ela é" -- parte 1: a mae "

  • Teatro "A Ciência como ela é" -- parte 2: o professor "

  • Teatro "A Ciência como ela é" -- parte 3: a amiga da festa "

  • Teatro "A Ciência como ela é" -- parte 4: o colega de sala "

  • Teatro "A Ciência como ela é" -- parte 5: a cienstita de sucesso "


  • Artigos sobre genero:

  • Artigo: Geographic and Gender Diversity in the Brazilian Academy of Sciences
    Nathália Ferrari, Raquel Martell, Daniela H. Okido, Grasiele Romanzini, Viviane Magnan, Marcia C. Barbosa and Carolina Brito
    AABC, http://dx.doi.org/10.1590/0001-3765201820170107 (2018)
  • Artigo: Efeito Tesoura na física
    Débora Menezes, Carolina Brito e Célia Anteneodo. Scientif American Brasil (2017)
  • Artigo: Bolsistas de produtividade em pesquisa em Física e Astronomia: análise quantitativa da produtividade científica de homens e mulheres
    Débora Menezes, Carolina Brito, Karina Buss e Célia Anteneodo. (2016)
  • Artigo: Meninas na Ciência: atraindo jovens mulheres para carreiras de ciência e tecnologia
    Carolina Brito, Daniela Pavani e Paulo Lima Jr. Revista Gênero, v. 16, p. 33-50 (2015)


  • Meninas na Ciência


    Página web do projeto de Extensão: "Meninas na Ciência"

    O Brasil apresenta um déficit grande em pessoas com formação em áreas de ciência e tencologia. Segundo dados do INEP de 2013, o percentual de formandos em carreiras relacionadas à C&T e construçao nao chega a 18% em nenhuma regiao Brasileira. Uma análise do perfil destes profissionais permite concluir que, dentre estes poucos existentes, há uma representatividade muito baixa de mulheres. Ainda mais dramático é o fato de que este percentual se reduz à medida em que elas avançam em suas carreiras, o que chamamos de "Efeito Tesoura". Para ilustrar este cenário, usamos o exemplo da física. Nesta área, 30% dos ingressantes do curso de física são mulheres, cerca de 20% delas fazem mestrado e doutorado e somente 15% compõem o quadro de docentes das universidades brasileiras. No topo de carreira, definido como sendo bolsistas 1A do CNPq, há apenas 5% de mulheres. Observa-se também que houve uma inclusão das mulheres com segregação, o que incide diretamente nas relações de trabalho e renda. De acordo com a pesquisa Mulher no Mercado de Trabalho (IBGE 2010) as mulheres ganham em torno de 68% do rendimento recebido pelos homens. Considerando-se o mesmo nível de escolaridade e o mesmo grupo de atividades a diferença de rendimentos persiste.

    Estes dados expressam a necessidade da implementação de ações que visem a promoção da presença das mulheres nos campos de ciência e tecnologia (C&T). Em vista disto, o projeto "Meninas na Ciência" foi idealizado no final de 2013 com o objetivo de produzir e testar um plano de ações capaz de impactar de maneira sensível o interesse de meninas pela ciência e sua disposição para perseguir carreiras no campo de C&T. O projeto é uma ação de extensão do Instituto de Física da UFRGS (IF/UFRGS), tem caráter interdisciplinar, interinstitucional e interprofissional. O Meninas na Ciência tem como principal objetivo atrair as meninas para perseguirem carreiras no campo de ciências exatas, engenharias e computação e incentivar mulheres que já escolheram estas carreiras a persestirem neste obejtivo. Para trilhar estes objetivos, formamos alunos de graduação para difundirem a ciência e a tecnologia por meio da astronomia, da física e da robótica e realizamos encontros periódicos para sensibilizar a comunidade acadêmica e as comunidades mais carentes sobre o papel da mulher na sociedade, contribuindo para a eliminação de estereótipos de gênero.


    Página do FB do "Meninas na Ciência"


    Cronologia do "Meninas na Ciênci"a (2013-2018)


    Algumas reportagens sobre mulheres na ciência e o projeto "Meninas na Ciência"


    Link para a pesquisa "O Mapa do Medo"

    Com que frequência sentimos medo? Sentimos medo de quê? Existe diferença entre a intensidade e o tipo de medo sentido pelas mulheres e pelos homens? Estas perguntas foram tema da pesquisa "O Mapa do Medo" desenvolvida no âmbito do projeto de extensão "Meninas na Ciência" do IF-UFRGS. Por meio de um questionário online, obtivemos 543 respostas, das quais 451 são mulheres e 91 homens entre os dias 23 de novembro e 4 de dezembro de 2016. As nossas análises apontam que 80% das mulheres que responderam ao questionário tiveram medo pela última vez muito recentemente, tipicamente "ontem" ou na "semana passada". Entre os homens, este percentual também é elevado, sendo de 50%. No entanto, quando olhamos o tipo de medo, o resultado é muito diferente: homens têm medo de serem assaltados, enquanto mulheres têm medo de serem estupradas além de também terem medo de serem assaltadas. Além disso, identificamos que o medo sentido pelas mulheres diminui quando elas ficam mais velhas, mas é sempre mais elevado que o medo sentido pelos homens da mesma idade. Com os poucos dados que obtivemos, não foi possível fazer uma análise discriminando as mulheres pela cor ou classe social. Alguns resultados da nossa pesquisa estão resumidos neste documento, cujo link está disponibilizado acima.


    Apresentação sobre estereótipos de gênero e profissoes realizada no Planetário no dia 25/11/17


    Link para todos os vídeos "Lugar de Mulher"

    Uma das causas para a baixa representatividade de mulheres nas áreas de exatas é a ausência de modelos. Com o objetivo de criar modelos para as meninas que buscam uma identificação e transmitir a mensagem de que o lugar de mulher é também em carreiras relacionadas às áreas de C&T, desenvolvemos em parceria com a UFRGS-TV uma campanha intitulada “Lugar de Mulher”, que consiste em uma série de vídeos curtos (até 5 minutos) produzidos mensalmente com depoimentos de mulheres empregadas nos campos de C&T (na universidade ou na indústria). Elas falam sobre suas histórias de vida, ambiente de trabalho e realizações profissionais.


    Página do Grupo de Trabalho sobre questoes de gênero da SBF


    Why there are so few female physicists? - Marcia Barbosa's homepage